Coluna: Paixão pelo Automobilismo

WTCC

Hoje acordei querendo falar sobre um assunto que muito nos interessa e que ano após ano nos deixa cada vez mais apaixonados, ou seja, a paixão por um esporte a motor. Alguns diriam assim: É cada louco nesse mundo, pois como pode uma pessoa ficar sentada na frente da televisão em um domingo pela manhã ou interromper algumas horas de sono acordando de madrugada para ver carros e pilotos dando mais de cinquenta, sessenta ou oitenta voltas dentro de um mesmo circuito. Isso é coisa de maluco…….

Eu responderia a essa pessoa afirmando o seguinte: Olha você não tem idéia do que é vivenciar ano após ano disputas que levantam uma arquibancada toda, um campeonato decidido por 1 (um) mísero ponto mas que durante mais de dezoito ou dezenove corridas a disputa foi parelha corrida a corrida. Além disso as situações de estratégia, desenvolvimento das equipes e etc. Em verdade eu poderia ter citado apenas o momento em que se apagam as luzes vermelhas e os pilotos a cada novo ano partem em busca de suas conquistas, superações e desafios. O momento da largada talvez seja o que mais reserva adrenalina tanto aos pilotos, equipes e aos telespectadores que ficam com o batimento cardíaco muitas vezes nas alturas torcendo para que o espetáculo comece e junte a isso a incógnita do que pode acontecer logo na primeira curva.

O que dizer então das corridas em pista molhada? Se para nós cada ser humano que se dispõe a ser piloto profissional de qualquer categoria já é um feito, imagine a habilidade em pilotar a mais de 200km/h debaixo de chuvas. O fator de risco e erro aumenta demasiadamente e, os pilotos com mais arrojo, garra e talento acabam se sobressaindo e dando aos seus telespectadores e ao público em geral um verdadeiro show.

Na abertura da Stock Car domingo passado, a senhora “adrenalina” que estava dormente em meu interior despertou nas duas últimas voltas quando em Interlagos no bico de pato, os pilotos Átila Abreu, Cacá Bueno e Valdeno Brito fizeram um 3-wide (três carros lado a lado) em um pequeno espaço de pista sem se tocarem. A manobra me fez vibrar pelo espetáculo que o automobilismo representa não só para mim, mas para cada amigo e companheiro amante desse esporte que infelizmente no Brasil não é levado a sério pelos responsáveis e pelas autoridades.

Vejam o exemplo de nosso kartismo, a “morte” de um dos melhores autódromos que o Brasil já teve (Jacarepaguá) onde os brasileiros viveram momentos de glória com Piquet e Senna principalmente em 1986 quando o “duo” brasileiro fez dobradinha com a vitória de Piquet com Senna completando em segundo lugar.

Esse final de semana começa mais uma temporada da F-1, em Meubourne na Austrália e assim como os morotes voltatam a roncar alto, que a “adrenalina” dormente em alguns amigos e companheiros voltem a vibrar também.

Encerro essa minha coluna com uma mensagem: “O LUGAR DE CORRER É NA PISTA E NÃO NO TRÂNSITO. SEJA UM MOTORISTA CONSCIENTE E INTELIGENTE!!!!!!

Abraço

Alexandre Costa.

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